• Igreja de São Francisco da Prainha

 

ÁREA TURÍSTICA ZONA CENTRAL

ESPAÇO TURÍSTICO CANDELÁRIA & PRAÇA MAUÁ & SAÚDE & GAMBOA

 

  • Como chegar

  • Localização: Rua Sacadura Cabral, s/n  - Morro da Conceição - Saúde - RJ. Tel. (21) 2571-6242.

  • Visitação: segunda a sexta-feira (09h às 11h30 e 13h às 16h) 

IGREJA DE SÃO FRANCISCO DA PRAINHA

Localizada na Rua Sacadura Cabral, encravada no Morro da Conceição, a Igreja de São Francisco da Prainha (assim denominada porque o mar vinha até o pé do morro e, em frente à igreja, havia uma pequena praia cujas águas chegavam às suas escadas), pertence à Ordem Terceira de São Francisco da Penitência. A igreja primitiva data de 1656 (?), porém, foi incendiada em 1711 pelo governador da cidade na invasão do corsário Duguay-Trouin para evitar que os franceses tomassem o morro. Reconstruída em 1738, ganhou o estilo barroco atual. A ornamentação interna atual data do final do século XIX, com grades e escadas em caracol de ferro fundido. Uma reforma, em 1910, implantou características góticas em seu interior, com seu teto abobadado sustentado por colunas que se repetem no púlpito, no confessionário e no mobiliário. Novamente restaurada por quase dois anos, reabriu suas portas para os fiéis em 2015.

O conjunto de retábulos da igreja apresenta ornamentação discreta, com estrutura simples, em linhas retas e elementos ornamentais em relevo simplificado; o oratório e os painéis murais da Sacristia são trabalhados em madeira; o lustre, confeccionado em bronze fundido e cinzelado com ornamentos também em bronze, pesa 200 Kg e tem 24 braços em volutas; o conjunto azulejar  veio da França na segunda metade do século XIX. 

No altar-mor está entronizada a imagem de Bom Jesus dos Navegantes. Na sacristia, que possui entrada independente, podem ser apreciadas duas telas representativas de São Francisco de Assis, de autoria desconhecida.  

Bom Jesus dos Navegantes

Acredita-se que a invocação a Bom Jesus dos Navegantes remonta ao séculos XVIII, época em que o tráfico de escravos negros vindos da África e o comércio marítimo com o oriente se intensificaram. Os infortúnios das longas viagens, como as doenças e os ataques dos navios piratas, levaram os marinheiros a buscar sua proteção divina.