Igreja de São Roque (ilha de Paquetá)

Igreja de São Roque (ilha de Paquetá)

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ÁREA TURÍSTICA ZONA CENTRAL 

ESPAÇO TURÍSTICO ILHA DE PAQUETÁ

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Localização: Praça de São Roque, s/n – Ilha de Paquetá - RJ.

Ilha de Paquetá (wikipédia)

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A Igreja de São Roque

Atribui-se à expedição do francês Villegagnon, a descoberta da ilha, ainda em 1555, quando da fundação da chamada França Antártica. No contexto da campanha para a expulsão definitiva dos franceses pelas forças portuguesas comandadas por Estácio de Sá, e a fundação da cidade do Rio de Janeiro em 1565, a Ilha de Paquetá, sob a forma de duas sesmarias (a parte Norte, atual bairro do Campo e a parte Sul, atual bairro da Ponte) foi doada a dois de seus capitães. A parte Sul da ilha teve uma colonização mais acelerada, em comparação com a parte Norte, onde, em sua maior parte, se constituiu a Fazenda São Roque, dedicada à agricultura e à pecuária. Foi nas terras da São Roque que se ergueu, em 1697, a primeira capela da ilha, a Capela de São Roque, padroeiro de Paquetá. A primitiva capela  foi demolida em princípios do Séc. XX e sua reconstrução iniciada em 1905 e concluída em 1911. O prédio estava quase em ruínas necessitando mesmo ser reconstruído; havia ficado em lamentável estado de conservação após a saída dos revoltosos. Em 1902 o então proprietário daquelas terras, doou a plena posse da Capela de São Roque com todos os direitos ao Arcebispado do Rio de Janeiro. Foi feita uma campanha para angariar fundos destinados à reconstrução do templo. Foram realizadas quermesses beneficentes, recebidos diversos donativos da comunidade e em 1905 iniciadas as obras.

A igrejinha primitiva externamente assemelhava-se muito à construção atual. Havia, contudo, uma escada exterior para acesso ao coro; no meio da escada, num patamar, a porta de ingresso à tribuna reservada aos donos da fazenda . No interior, dividia-se a nave em duas seções separadas por um muro baixo sobre o qual se erguia uma grade de varões de ferro e havia pequenas placas de madeira lavrada cobrindo de alto a baixo as paredes da sacristia, cada uma delas registrando, em expressões singelas, uma cura milagrosa ou graça especial que a fé simples e sincera atribuía à intervenção de São Roque. Oferendas de cera, geralmente de formas anatômicas, como atestados de curas conseguidas. As promessas eram geralmente pagas por ocasião da Festa de São Roque, dia 16 de agosto. Vinham de longe romeiros pagar promessas em reconhecimento de graças e favores obtidos por intercessão de São Roque. A Capela também foi palco de tragédia histórica. Na Revolta da Armada em 1893, ocasião em que a comunidade paquetaense da época viveu dias incertos e de triste lembrança, a capela foi transformada em necrotério. Os corpos dos combatentes eram transportados para Paquetá e colocados na Capela até que se lhes desse sepultura. 

A Capela de São Roque, por suas linhas coloniais, sempre guardou o ar da mística santidade e da barroca simplicidade, entretanto, celebrizou-se mais em conseqüência direta do prestígio do Santo. Em 1998, por iniciativa da Academia de Artes, Ciências e Letras da Ilha de Paquetá foi celebrada missa em homenagem aos 300 anos da fundação da Capela de São Roque, tendo sido inaugurada placa comemorativa no hall de entrada da capela. Em honra ao Santo, o pintor Pedro Bruno, pintou a famosa tela que se encontra até hoje sobre o Altar-Mor. É São Roque, junto ao seu Poço, tendo ao lado seu cão amigo. O quadro foi inaugurado em 1928, por ocasião da Festa do Padroeiro.

Pedro Bruno (wikipédia)

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