Mosteiro de São Bento

Mosteiro de São Bento

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ÁREA TURÍSTICA ZONA CENTRAL 

ESPAÇO TURÍSTICO CANDELÁRIA & PRAÇA MAUÁ & SAÚDE & GAMBOA

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Vídeos

>>> https://www.youtube.com/watch?v=7EC5yTXuae4
>>> https://www.youtube.com/watch?v=jFW6mnAnBdg

Fotos

>>> https://goo.gl/xlJvak

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As boas condições de defesa oferecidas pelo local, no alto da colina com vista panorâmica da Baía da Guanabara, além do ótimo clima - graças aos ventos salubres da baía, longe dos pantanais - representaram fortes motivações para que os monges beneditinos aceitassem, em 1590, a doação dessa ampla faixa de terra, com a ermida a N.Sra. da Conceição que havia sido edificada no local. O Mosteiro de São Bento de N. Sra. da Conceição surgiu aproximadamente vinte anos após a fundação da cidade do Rio de Janeiro, em 1565. Em 1602, a igreja passou a se chamar N.Sra. de Monserrat.

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  • Como chegar (google maps)

  • Localização: R. Dom Gerardo, 68 - Centro / RJ​

  • Visitação

    • Diariamente (8h-11h e14h30-18h).

    • Visitas monitoradas: de segunda a sábado, das 9h às16h, ressaltando os estilos artísticos e também a história do Mosteiro, em Português, Inglês e Espanhol. As visitas duram cerca de 30 minutos. Informações: Tel.: 2516-2286 - Email: visitamosteiro@osb.org.br - Website: http://www.osb.org.br
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O Mosteiro de São Bento é uma das obras mais valiosas do nosso patrimônio histórico e artístico. Sua origem remonta aos meados do séc. XVII. A construção foi concluída em 1641. Entre suas preciosidades artísticas estão a obra de talha do arco, bem como trabalhos do mestre Valentim. Este convento comparado a um museu, representa na sua simplicidade monástica, um dos mais belos conjuntos arquiteturais existentes no Brasil. A harmonia entre as várias partes construídas em diferentes épocas deriva da regra da escola beneditina que, por tradição, só se vale dos artistas e construtores que pertencem à Ordem. Uma exceção foi o autor do plano da igreja e do mosteiro, encarregado em 1617, do projeto. A ele se atribui o tratamento conciso e singelo do frontispício que constitui a parte mais antiga do conjunto, levantada entre 1666 e 1669, junto ao coro. Austeridade e classicismo ligados ao Maneirismo são evidentes na rígida simetria, nas divisões verticais e horizontais em cantaria do centro da fachada com seu frontão triangular, ladeado por torres de seção quadradas, arrematado em pirâmides. As três arcadas em arco pleno, formando um pórtico coberto pertencem às tradições beneditinas da época. Em 1880, as mesmas foram fechadas com as atuais grades em ferro alemão. É surpreendente o contraste entre o aspecto austero e propositalmente singelo do exterior, e a riqueza do interior, com talhas barrocas com motivos fitomorfos, recobertas de ouro, e o exuberante estilo rococó, presente na talha do altar-mor, no arco cruzeiro e na Capela do Santíssimo Sacramento.

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Saiba mais

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Um pouco de sua história

O conjunto formado pelo Mosteiro de São Bento e pela Igreja de N. Sra. de Monserrat é o mais autêntico representante no Rio de Janeiro do séc. XVII e sua história se confunde com a da própria cidade. Destaca-se por sua unidade e qualidades formais e também por ter sido preservado com grande autenticidade até os dias atuais, isto em pleno centro da cidade. Foi construído pela Ordem dos Beneditinos, a mais antiga da cidade, que chegou ao Rio em 1589 e se instalou provisoriamente na Ermida de N. Sra. do Ó, na atual Praça XV, mas mudou-se logo para um terreno doado no outeiro que hoje é o Morro de São Bento, onde já havia uma Ermida de N. Sra. da Conceição, construída pelo proprietário do Outeiro. Os beneditinos edificaram no Morro o seu Mosteiro e a Igreja que consagraram não à mesma virgem da ermida anterior, mas a N. Sra. de Monsserat. Em 1596, o Mosteiro foi elevado á categoria de Abadia, e em 1641 foi inaugurada uma nova Igreja. Grandes possuidores de terras no Rio de Janeiro, os beneditinos no final do século XVI, doaram ao Governo as terras e os imóveis localizados no sopé da Ladeira de São Bento para ali se instalar o Arsenal de Marinha. Ocuparam também a Ilha da Madeira, atual Ilha das Cobras, em frente ao Mosteiro, onde exploravam madeira e pedra e a partir de 1638, passaram a utilizar a terra para a lavoura e pastagem.

As obras do Mosteiro definitivo foram iniciadas em 1652; a obra foi morosa e só foi terminada em 1742. De fachada sóbria, bem ao estilo monástico, ambos expressam o ápice do Barroco carioca. Com sua fachada simples e retilínea, a Igreja não deixa prever a riqueza barroca de seu interior que é todo em talha dourada. Vários artistas trabalharam em sua ornamentação: a primitiva capela-mor, o arco cruzeiro, duas capelas laterais e os balaústres das tribunas, foram executados entre 1669 e 1694. Além destas características barrocas, destacam-se ainda neste estilo: a utilização dos espaços; os grandes santos da nave; os capitéis; os púlpitos; os efeitos de claro e escuro e a dramaticidade dos tons avermelhados nas superfícies de fundo. O prédio do Mosteiro tem três pavimentos e seu interior apresenta ambientes ricamente trabalhados, como exemplo a portaria revestida de azulejos portugueses dos seiscentos e as capelas abaciais e do Santíssimo, esta possuindo como relíquia uma talha em estilo Rococó. O claustro, do séc. XVIII, é de acesso restrito. O Mosteiro possui uma Biblioteca e um arquivo que são dos mais importantes da cidade e atualmente encontram-se abertos ao público.

 

O corsário Duguay-Trouin e o bombardeio do Mosteiro

Em 1711 o Mosteiro esteve em grande perigo, com o ataque dos franceses sob o comando de Duguay-Trouin que dirigiu sua artilharia contra o Morro de São Bento, bombardeando o Mosteiro e a cidade. Após a rendição da cidade, os chefes da esquadra instalaram-se na Abadia, destruindo seu arquivo e roubando sua biblioteca. Em 1717 foi contratado o término da talha da nave, que levou quinze anos para ser executada. Em 1732 um incêndio ameaçou reduzir às cinzas o Mosteiro.

 

A hospedagem da Corte no Mosteiro

Com a chegada da Família Real ao Rio de Janeiro, em 1808, o Mosteiro hospedou a Corte e nele foi instalada a Real Academia de Guardas-Marinhas, que ali permaneceu durante três décadas.

 

As reformas no Mosteiro e os prédios do Colégio São Bento

A Igreja sofreu reformas ao longo dos séculos XVIII, XIX e XX, mas que não a descaracterizaram. No séc. XIX foi construído um prédio separado para funcionar o Colégio de São Bento e a Abadia foi restaurada, sendo construída a Casa do Capítulo, época em que foi ainda construído o prédio do Alto da Boa Vista, também pertencente aos beneditinos. Ainda hoje está em funcionamento o Colégio São Bento, um dos mais tradicionais e eficientes colégios da cidade e a Igreja que atrai grande número de visitantes, não só pela sua beleza, mas também pela sua tradição do Canto Gregoriano, apresentado pelos monges e que é um programa imperdível nos cultos dominicais.

 

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