• Floresta da Tijuca & Parque Nacional da Tijuca

AREA TURÍSTICA FLORESTA DA TIJUCA & ALTO DA BOA VISTA & PARQUE NACIONAL DA TIJUCA

ESPAÇO TURÍSTICO  FLORESTA DA TIJUCA & ALTO DA BOA VISTA & PARQUE NACIONAL DA TIJUCA

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FLORESTA DA TIJUCA & PARQUE NACIONAL DA TIJUCA

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Visitação do parque

Floresta da Tijuca

  • Visitação: Diariamente (8h-17h).
  • Entrada: Praça Afonso Viseu. Tel: (21) 2492-5407.
  • Passeios organizados pelo Setor de Ecoturismo: consultar Centro de Visitantes do Parque Nacional da Tijuca: 2494-2252 / 2492-2253 - r. 217/212
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Parque Nacional da Tijuca
  • Visitação: Acesso 24 hrs a alguns setores;  horário restrito a outros.
  • Consultas: Tel.: (21) 2492-2253 / (21) 2492-5407. Fax: (21) 2492-5407

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Atrativos turísticos do parque

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FLORESTA DA TIJUCA

Ao se referir ao Parque Nacional da Tijuca, imediatamente se associa sua área à da Floresta da Tijuca.  Entretanto, o Parque Nacional da Tijuca possui uma área 22% maior do que a Floresta da Tijuca (área entendida como reflorestada), pois deste parque, além deste setor, outros três também fazem parte: setor Serra da Carioca, setor Pedra Bonita / Pedra da Gávea e setor Serra da Covanca / Pretos Forros.

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A floresta atual

A floresta que se conhece hoje, quatro e meio séculos após a fundação da cidade, é bastante diferente da Mata Atlântica original. A floresta foi replantada e conservada e aos poucos criou-se ali um verdadeiro parque urbano, com recantos amenos e facilidades para os visitantes.

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Maior floresta do mundo replantada pelo homem

Localizada no coração da cidade, a poucos minutos da maior parte dos bairros do Rio, a maior floresta urbana do mundo replantada pelo homem (3.200 hectares), tem a grande vantagem de mesclar centenas de espécies da fauna e da flora só encontradas na Mata Atlântica. Inserida no Parque Nacional da Tijuca (com quase 4 mil hectares), esta floresta pertence à terceira maior área verde urbana do mundo, atrás apenas do Parque Estadual da Pedra Branca (12.500 hectares) e da Serra da Cantareira (7.900 hectares). Apresenta uma vegetação secundária, pois é fruto de um reflorestamento promovido à época do Segundo Reinado (séc. XIX), quando se tornou patente que o desmatamento intenso e plantio pelas fazendas de café, estava prejudicando o abastecimento de água potável da então capital do Império. Seu reflorestamento foi uma iniciativa pioneira em toda a América Latina. Tendo iniciado com apenas 6 escravos e, posteriormente, com 22 trabalhadores assalariados, foram plantados em apenas 13 anos 100 mil mudas, com espécies, em sua maioria, nativas do Ecossistema da Mata Atlântica. O replantio continuou de 1874 a 1888. Além da introdução de mais 30 mil mudas, foi realizado um trabalho de paisagismo, transformando a floresta em área de lazer, com um belo parque para uso público, inserindo-se espécies exóticas, criando-se pontes, fontes, lagos e locais de lazer com auxílio de um paisagista francês.

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Esquecimento e recuperação da floresta

Durante os primeiros anos da República a Floresta da Tijuca e seu parque desta floresta ficaram esquecidos, tendo sido recuperados na década de 1940. No plano da recuperação da floresta foram introduzidas obras de arte, edificações e recantos. Foram também implantados serviços e sanitários. Utilizando instalações das antigas fazendas de café, foram abertos os restaurantes Os Esquilos e Floresta (aberto na antiga senzala de uma fazenda). A Sociedade Hípica Brasileira foi instalada na antiga casa do Barão do Bom Retiro. Vários fazendeiros e proprietários de terras e outros frequentadores ilustres, deixaram seus nomes na história do Parque, em morros, estradas, caminhos, grutas, recantos, cachoeiras, etc. A floresta se tornou então esse cenário privilegiado no qual a natureza e cultura se entrelaçam, se harmonizam e se complementam.

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A flora

No que diz respeito à sua flora, ao longo do tempo , as administrações apresentaram políticas de diferentes manejos, algumas com ênfase à flora nativa, outras dirigindo maior importância ao aspecto paisagístico, a começar pela introdução de plantas exóticas. Exemplo dessa difícil convivência é a jaqueira, que aqui introduzida, demonstrou excelente adaptação, convertendo-se atualmente em um problema, uma vez que, pelo seu porte avantajado e o de seus frutos (dos quais sessenta por cento das sementes vingam), é tida quase como uma praga.

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Principais atrativos históricos e culturais da floresta

A Floresta da Tijuca possui recantos e atrativos históricos que merecem ser visitados, como: a Cascatinha, a Capela Mayrink, o Mirante Excelsior, o Barracão, a Gruta Paulo e Virgínia, o Lago das Fadas, o Açude da Solidão, o Bom Retiro, Excelsior, as cascatas Diamantina e Taunay, trilhas aprazíveis como Caminho da Cova da Onça e Caminho da Saudade, o restaurante Esquilos, pontos freqüentados por famílias inteiras nos fins de semana.

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Importante área de lazer

Com trilhas e espaços privilegiados para prática de esportes, ciclismo, corrida e montanhismo, a Floresta da Tijuca é uma importante área de lazer . Dispõe de praças com brinquedos para crianças, espaços reservados para churrascos, confraternizações familiares e comunitárias e restaurantes.

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Educação ambiental

Local adequado à educação ambiental de crianças e adultos, a Floresta da Tijuca possibilita a integração harmoniosa entre o homem e a natureza. A administração do Parque oferece passeios com guia aos sábados e domingos e, mediante agendamento, para escolas e grupos durante a semana. Diferentes empresas especializadas em turismo de aventura e ambiental também realizam passeios pela floresta. Na área cultural, abriga o Museu do Açude. 

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Trilhas

Suas inúmeras trilhas são mais ou menos demarcadas e sinalizadas. Algumas permitem passeios sem guia; em outras, este é recomendável. Entretanto, não existem restrições, pois o policiamento atua apenas em caráter informativo. As trilhas são classificadas por diversos níveis de dificuldade, e permitem o contato com a natureza tanto para crianças e idosos, quanto para aventureiros. O Centro de Visitantes da Floresta da Tijuca comercializa mapas e guias a preço de custo. A obediência às regras do seu parque é imprescindível para a conservação das matas. Turistas podem informar-se a respeito no Centro de Visitantes.

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PARQUE NACIONAL DA TIJUCA

O Parque Nacional da Tijuca foi criado 1961, com uma área de 3.972 hectares, na qual se inscreve a Floresta da Tijuca. Exerce papel de fundamental importância para cidade, prevenindo a erosão das encostas, enchentes e desabamentos e reduzindo a poluição atmosférica. Também detém diversas fontes de água que provêem o abastecimento urbano, ao mesmo tempo em que fornece recreação e qualidade de vida aos habitantes, além de preservar a paisagem e fomentar o turismo. A preservação do parque está diretamente relacionada ao bem-estar, saúde e riqueza da cidade, sendo talvez o seu maior patrimônio. Declarado Reserva da Biosfera pela Unesco em 1991, é o segundo menor parque nacional brasileiro e encontra-se na porção central do município, embora seu território não seja contínuo, misturando-se à área urbana.

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Seus quatro conjuntos paisagísticos

Divide-se fisicamente em quatro conjuntos paisagísticos distintos: o Setor A, conhecido como Floresta da Tijuca, compreende Andaraí/Tijuca/Três Rios; o Setor B, formado pelo Corcovado/Sumaré/Gávea Pequena, compreende a Serra da Carioca, o Morro do Corcovado e a Vista Chinesa; o Setor C, que agrupa a Pedra Bonita, a Agulhinha da Gávea e a Pedra da Gávea; e setor D, dos Pretos Forros/Covanca. Devido ao espalhamento de seus domínios e dependências, este parque luta constantemente contra as ocupações ilegais.

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A gestão do parque

Subordinado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, autarquia do Ministério do Meio Ambiente, sua gestão é realizada de maneira compartilhada entre os governos federal, estadual e municipal..

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Pontos turísticos

Entre os pontos turísticos do parque, trilhas, grutas e cachoeiras, encontram-se marcos famosos da cidade, como o Parque Lage, a Vista Chinesa, a Pedra da Gávea, o Corcovado e a estátua do Cristo Redentor, a Pedra Bonita, Paineiras, Mirante Dona Marta, a Capela Mayrink, a Mesa do Imperador, o Pico do Papagaio e o Pico da Tijuca, ponto mais alto do parque, elevando-se mais de 1 mil metros acima do nível do mar. De relêvo montanhoso, inclui áreas do Maciço da Tijuca.

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Espécies da mata pluvial preservadas

Da mata pluvial original encontram-se preservados: açoita-cavalo-miúdo e graúdo, angicos, araribá, brejaúba, caetés, caixeta-preta, camboatá, cambuí, canelas, cangerana, cedro, ingá, ipê-amarelo, ipê-tabaco, jequitibá, líquens, murici, musgos, pacovas, palmito, pau-pereira, quaresmeiras, samambaiaçus e urucurana. Da flora exótica, hoje aclimatada, fazem parte: bambus, beijos de freira, cafeeiros, dracenas, fruta-pão, jabuticabeiras, jambeiros, jaqueiras Jaca-do-tupi (cesta) e mangueiras.

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A fauna

A maior parte da fauna esconde-se do visitante ou tem hábitos noturnos. Ocorrem: insetos, aranhas e outros artrópodes diversos; cobras: caninanas, corais, jararaca e jararacuçus; lagartos, calangos e iguanas; Aves: teiús, saíras, rendeiras, tangarás, arapongas, beija-flores, juritis, gaviões, urubus, urus, jacupembas e inhambus-chintã; mamíferos: sagüis, macacos-prego, cachorros-do-mato, quatis, guaxinins, gatos-do-mato, pacas, ouriços-coendu, caxinguelês, tapitis, tatus, tamanduás-mirim e gambás.

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