• Praça N. Sra da Conceição

• Praça N. Sra da Conceição

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ÁREA TURÍSTICA ZONA CENTRAL

ESPAÇO TURÍSTICO CANDELÁRIA & PRAÇA MAUÁ & SAÚDE & GAMBOA

 

  • Localização: Morro da Conceição - Saúde - RJ 

  • Como chegar (google maps)

 

FATO HISTÓRICO & MONUMENTO

Fato histórico: A invasão dos corsários franceses

Monumento: Nossa Senhora da Conceição (+rio)

 

PRAÇA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

Na época colonial, a ocupação urbana do Rio de Janeiro começou nas áreas mais elevadas, que ofereciam proteção contra ataques de corsários e estrangeiros: Morro do Castelo, Morro de Santo Antônio, Morro de São Bento e Morro da Conceição.  Esta praça está localizada no alto do Morro da Conceição (ao lado da praça Mauá), onde se encontram a  Fortaleza da Conceição, o Observatório do Valongo e  o  Palácio Episcopal, atualmente ocupado pelo Serviço Geográfico do Exército. De nome oficial Praça Major Valô, não é um local que pode ser considerado como "praça" pois não possuí bancos ou coretos nem área para a diversão de crianças. Melhor seria ser intitulada de Largo. Nela se encontram as ruas Jogo da Bola e a Ladeira João Homem – principais vias de acesso do Morro da Conceição. Não muito arborizada, esta praça fica no platô central do Morro da Conceição e é rodeada por casarios construídos entre o final do século XIX e início do XX e, em sua parte central ergue-se uma imagem em mármore de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do lugar, sobre pedestal em concreto, em detalhes azuis e brancos. Seu nome deriva do Morro da Conceição, cuja história começa lá pelos idos de 1582, época da construção, na área da atual Praça Mauá, de uma pequena ermida dedicada a Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal. Mais tarde, em 1590, o morro foi doado para os Beneditinos e a capela derrubada para o início da construção do Mosteiro de São Bento. Como na época uma igreja não podia ser simplesmente, derrubada, a ermida foi transferida para o morro em frente, que passou a se chamar Morro da Conceição.

 

Morro da Conceição 

“Marco da ocupação original do Rio de Janeiro, Brasil, o morro da Conceição formava com os morros do Castelo, de Santo Antônio e de São Bento um quadrilátero onde a cidade cresceu por três séculos, a partir da sua fundação em 1565. Seu modo de vida particular, semelhante aos tradicionais bairros portugueses, se manteve apesar das profundas transformações urbanas ao seu redor. Enquanto os morros do Castelo e de Santo Antônio foram derrubados, e o centro do Rio de Janeiro estabeleceu-se como área de comércio e negócios, o morro da Conceição permanece como lugar de moradia, rodeado por prédios que o escondem dos transeuntes. A origem de seu nome deve-se a uma pequena capela em homenagem a Nossa Senhora da Conceição, construída no topo do morro, em 1590, pela devota Maria Dantas. Anos mais tarde, Maria Dantas doou aos frades do Carmo a capela e as terras do entorno, para a construção de um convento. Em 1659, os capuchinhos franceses iniciaram a construção do que veio a tornar-se, várias décadas depois, a semente do Palácio Episcopal. O lado noroeste do morro, onde se ergue um segundo pico menos proeminente, também já foi chamado de morro do Vallongo. Essa distinção pode ter vindo a ser usada até o começo do século XX, a julgar pelo nome do Observatório do Morro do Vallongo, fundado em 1926.¨ (Rafael Soares)

 

Valor histórico do Morro da Conceição

Morro bem atípico no Rio - pois não há favela - é, em realidade, um bairro residencial localizado no centro da Cidade. Lá moram, até hoje, em sua maioria, os descendentes dos seus primeiros ocupantes portugueses. As casas mostram, ainda, nas fachadas, as seguintes incrições: "Vila, Miguel" ou "Vila, Francisco" ou "Vila, Paulo". A palavra "Vila" para informar que naquela casa morava toda uma família (pais, filhos, netos, tios, sobrinhos etc ) e o nome depois da vírgula para indicar o santo padroeiro dos que ali residiam. 

“Várias construções erguidas sobre o Morro da Conceição possuem inestimável valor histórico. As moradias são tipicamente sobrados centenários e vilas operárias. A rua do Jogo da Bola e ladeira João Homem destacam-se pela singularidade e aparência lusitana, testemunha do passado carioca. Ruas como a do Mato Grosso, e vilas como a da Travessa do Sereno são exemplos da habitação carioca dos últimos três séculos. Alguns prédios de valor histórico encontram-se no morro: o Palácio Episcopal, atualmente ocupado pelo Serviço Geográfico do Exército; a Fortaleza da Conceição (que data de 1718), a Igreja de São Francisco da Prainha (que data de 1696) e o Observatório do Valongo. 

No sopé norte do morro, encontra-se a Pedra do Sal, rocha onde, até fins do século XIX, batiam as águas da Baía de Guanabara e por onde os navios negreiros desembarcavam escravos trazidos da África. Em sua encosta oeste, foi erguido, em 1905, o Jardim Suspenso do Valongo, um amplo mirante e área de lazer, atualmente em estado precário. O Morro da Conceição também abriga uma série de ateliês de artistas plásticos, na Ladeira João Homem e Rua do Jogo da Bola. Anualmente, as ruelas, ladeiras e escadarias do morro estão cada vez mais sendo visitadas por turistas.

Todas estas características fazem do morro da Conceição uma área prioritária para a implantação de programas de revitalização urbana. O próprio Iphan, desde o início dos anos 80, recomenda um tratamento diferenciado do morro. No começo dos anos 90, teve início um projeto de revitalização, com a construção de uma praça na rua do Jogo da Bola e de contenção de encostas na ladeira do Valongo. Infelizmente, tais projetos ou foram interrompidos ou nunca foram realizados, e os resultados da ausência de conservação podem ser facilmente detectados” (Rafael Soares)

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Fortaleza da Conceição

Depois da invasão dos franceses ao Rio de Janeiro, em 1711, foram aprimoradas algumas fortificações, construídas outras e também uma muralha que atravessava a cidade. A Fortaleza da Conceição surgiu nessa época, devido à necessidade de instalar canhões em um local alto o suficiente para varrer com balas a parte da orla marítima que vai do Valongo à Praça Mauá (Cais do Porto) e alcance para proteger a Ilha das Enxadas. A Fortaleza da Conceição ficou pronta em 1718 e tinha a terceira maior artilharia do Rio de Janeiro, com 36 bocas de fogo e 1.000 balas de diferentes calibres, inferior apenas às dos fortes de Santa Cruz e de São João, na entrada da Baía de Guanabara.  

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Pedra do Sal

Localizada no bairro da Saúde, a apenas cerca de 200 metros do Largo da Prainha e próxima à Igreja de São Francisco da Prainha, a "Pedra do Sal" é um local de especial importância para a cultura negra carioca e para os amantes do samba e do choro. Esta pedra pode ser considerada o núcleo simbólico da região chamada de Pequena África, que era repleta de casas coletivas ocupadas por negros escravos e alforriados. Subindo por degraus nela escavados chega-se ao Observatório do Vallongo, à Fortaleza da Conceição e ao topo do Morro da Conceição - local da Praça de N. Sra da Conceição com o monumento que a homenageia - onde se encontra o Palácio Episcopal a Fortaleza da Conceição que, atualmente, abriga o  Serviço Geográfico do Exército Brasileiro. 

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