Ópera, La Serva Padrona (Cidade das Artes, 17 e 18mar)

Ópera, La Serva Padrona

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Data: 17 e 18 de março

Horário: sab às 20h / dom às 19h

Local: Cidade das Artes 

Endereço: Avenida das Américas, 5.300 - Barra da Tijuca – RJ

http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br/programacao/interna/762
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Ópera em ato único, dividida em dois intermezzi, La Serva Padrona, de Pergolesi, trata-se uma comédia romântica, importante título do teatro lírico, um dos mais antigos a serem ainda hoje representados em todo o mundo. A ópera tem início com a ária de Uberto, um rico solteirão, que reclama da constante demora de sua serva, Serpina, em atendê-lo, bem como de sua postura de patroa. Após discutirem, Uberto incumbe o empregado, Vespone de lhe arrumar uma esposa obediente, pois somente assim poderá ter uma casa organizada, sem ficar à mercê dos caprichos sua serva. Após rebater as críticas do patrão, Serpina revela, um pouco de sua personalidade e se oferece como a melhor opção de esposa para o patrão que a desdenha. Um dueto põe fim ao primeiro intermezzo.

Valendo-se da ideia do próprio Uberto, e adaptando-a à sua conveniência, Serpina coloca Vespone a seu serviço, convencendo Uberto de que se casará com um homem muito temido, conhecido como Capitão Tempesta, que é o ingênuo Vespone disfarçado. O mudo capitão se comunica através de Serpina e exige de Uberto um dote para se casar com ela, afirmando que, caso não receba seu dinheiro, obrigará o próprio Uberto a contrair matrimônio com a jovem. A astuta serva fez uma aposta correta na avareza do patrão, tendo sucesso em seu plano. Após descobrir que o temido capitão não passa do inofensivo Vespone, Uberto compreende que sempre amou Serpina e que todo o imbroglio foi apenas um pretexto para uni-los. O segundo intermezzo é encerrado com um dueto no qual cada um dos dois, à sua maneira e com suas metáforas, declara seus melhores sentimentos em um alegre final feliz.

A montagem é da Atlantis Opera Orchestra, sob a regência e direção musical de Evandro Rodriguese e direção cênica de Manoel Thomas, com cenários Marcelo Moianno. A concepção da Iluminação é de Julia Requião. O Elenco conta com o barítono Rafael Siano faz o papel do rico Uberto, Daruã Góes, soprano, encarna a criada e astuta, Serpina, e o ator Leonardo Nogueira, o cômico empregado mudo, Vespone.