Musical Estúpido Cupido (Teatro Vannucci, até 27maio)

Musical Estúpido Cupido

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Data: de 05 de abril até 27 de maio

Horário: sex e sábado às 21h / domingos às 20h30

Local: Teatro Vannucci

Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea – RJ

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Assistido por mais de 50.000 pessoas, em 15 meses de temporada, totalizando 150 apresentações, no Rio de Janeiro, São Paulo, entre outras cidades, o musical “Estúpido Cupido”, de Flávio Marinho, retorna à cena teatral carioca. A peça, ganhadora do 10º Prêmio APTR de melhor produção e recordista de público no Imperator em 2015, tem direção de Gilberto Gawronski e reestreia dia 5 de abril, em curta temporada, no Teatro Vannucci. No palco, Françoise Forton, Carlos Bonow, Carla Diaz, Mauricio Baduh, Andréa Dantas, Maria Sita, Luísa Viotti, Julia Guerra, Ryene Chermont, Mateus Penna Firme e Ricardo Knupp dividem a cena, embalados por sucessos como “Banho de Lua”, “Broto Legal” e “I’ve Got You Under My Skin”. Canções de Frank Sinatra, Trio Esperança, Golden Boys, Stephen Sondheim, entre outros compositores, são tocadas ao vivo por uma banda composta por 3 músicos – guitarra, baixo e bateria.

É um privilégio poder estar em cena neste momento. Vivemos um período difícil e conturbado, principalmente na nossa cidade maravilhosa. A melhor forma de brindar o sucesso do Estúpido Cupido é voltar aos palcos e oferecer momentos de alegria, música e humor para o público, o grande responsável pelo sucesso desta história”, comenta Françoise, que comemora 52 anos de carreira com aproximadamente 42 novelas, 8 longas e 45 peças de teatro em sua trajetória.

O musical Estúpido Cupido mobiliza o imaginário do espectador através do clima de inocência dos anos 60, propondo uma divertida reflexão sobre o choque de hábitos e costumes entre as gerações. “Como se toda essa brincadeira com o tempo não bastasse, os papéis da peça ainda têm um “duplo” – a sua versão jovem e a sua versão madura – convivendo, até certo ponto, pacificamente, em cena”, conta o autor Flávio Marinho, que afirma ser inevitável o olhar crítico do texto, já que estamos em 2018. “Tudo com muito humor é claro”, complementa. “Uma peça que se passa na atualidade resgatando a ingenuidade”, detalha Gilberto Gawronski, que dirigiu pela primeira vez um musical.

A trama começa com Tetê (Françoise Forton) e sua melhor amiga, Ana Maria (Andréa Dantas) falando sobre o reencontro da turma do colégio, marcado via Facebook. Vencedora do concurso de beleza “Senhorita Rio”, Tetê é hoje uma atriz famosa e apresentadora do programa “Sossega”. Convencida pela melhor amiga a ir ao evento – uma festa temática com músicas e figurinos dos anos 60 e 70 – ela se deparara com a rival Wanda (Maria Sita), o ex-marido Frankie (Mauricio Baduh) e uma antiga paixão: Teddy (Carlos Bonow). Na ocasião, trilha sonora, drinques e traje levarão as personagens de volta à era da inocência. Wanda, durante a celebração, mostra que os anos não conseguiram domá-la e chega com o mesmo objetivo de Tetê: conquistar Tadeu – ou Teddy, para os íntimos. Porém, elas não esperavam que o galã trouxesse na lambreta sua nova namorada, uma jovem de 21 anos que está por fora do clima da festa: Danielly (Carla Diaz).É a partir daí que o conflito entre o passado e presente se torna mais instigante.

Estúpido Cupido é pontuado por 20 músicas integradas à ação dramática, hits dos anos 60 e 70 que atravessam décadas de sucesso: “Banho de Lua”, “Lacinhos cor de rosa”, “Tetê”, “Juntinhos”, “Broto Legal”, “Frankie”, “Teddy”, “I’ve got under my skin”, “Filme Triste”, “Alguém na multidão”, “Erva venenosa”, e mais duas versões: “Nosso amor”, a partir da música “I’ll follow the sun”, dos Beatles e “Estou aqui”, a partir da música “I’m still here”, do musical “Follies”.“Os arranjos são baseados nos originais e o público se identifica rapidamente com eles. O diferencial é que em “Tetê” e “Juntinhos” fizemos uma transformação em bolero. Os arranjos vocais, com 11 atores cantando, e a formação instrumental dão o tom de “Estúpido Cupido”, comenta a diretora musical Liliane Secco.

“Demos uma misturada nas danças e ritmos, como por exemplo: bossa nova, twist e passos de samba”, revela a coreógrafa Mabel Tude. “Mostrando a lembrança, a juventude das personagens e definindo a identidade de um tempo que passou, utilizei o mesmo figurino para a época atual, com o detalhe das cores mais desbotadas, mais esmaecidas, como antigos mesmo. A referência para o figurino é a personalidade de cada personagem”, explica a figurinista e cenógrafa Clívia Cohen.

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