Peça A Alma Imoral (OI Casa Grande, até 27maio)

Peça A Alma Imoral

...

Data: 11, 12, 13, 26 e 27 de maio

Horário: sexta e sábado às 20h30 / domingo às 19h 

Local: Oi Casa Grande

Endereço: Rua Afrânio de Melo Franco 290, Leblon – RJ

https://www.tudus.com.br/evento/oi-casa-grande-a-alma-imoral
...
...
A peça desconstrói e reconstrói conceitos milenares da história da civilização - corpo e alma, certo e errado, traidor e traído, obediência e desobediência.

 Sozinha no palco, Clarice Niskier está em contato direto com a plateia, sem fazer uso da chamada “quarta parede”. Para contar histórias e parábolas da tradição judaica, a atriz vale-se somente de uma cadeira phanton preta e um grande pano preto que, concebido pela figurinista Kika Lopes, transforma-se em oito diferentes vestes – mantos, vestidos, burcas, véus. O espaço cênico concebido por Luis Martins é limpo e remete a um longo corredor em perspectiva.

Clarice optou por não trabalhar com uma direção teatral no sentido tradicional, mas com a supervisão de Amir Haddad, que já vem fazendo este trabalho com alguns atores. “Super-visão pode significar uma visão maior ou superior, capaz de desvendar coisa que outros olhos mortais não conseguiriam ver. Assim como o super-homem (citado no espetáculo) com sua visão de raio x. Mas também pode significar uma sobre-visão, uma visão de cima, das coisas que estão acontecendo. Por exemplo: ‘A terra é azul’ disse Gagarin, sobrevoando o planeta. O que eu faço com a Clarice, bela atriz, mulher corajosa, procurando o seu lugar, é tentar dar a ela a visão de quem está de fora, e às vezes de cima, para melhor poder entendê-la e orientá-la na manutenção de sua órbita. Me dá mais prazer observar e ajudar um ator no divino exercício do seu ofício do que inventar efeitos de som e luz e algumas marcações e depois anunciar: ‘o diretor’. Sonho com um ator dono do seu próprio texto e dessa maneira, capaz de iluminar o texto de outrem pelo embate de suas idéias.”, propõe Amir.,

Quando digo na peça que 'não há repetição' é a pura verdade. Há oito anos em cena com o espetáculo, cada dia é um dia, pois a platéia também nunca se repete. Cada novo olhar significa a possibilidade de um novo entendimento que se abre em mim, mantendo a síntese teatral viva. Então, um novo tom me surpreende, uma nova atitude minha, um novo 'desarmamento' acontece. Palavra que Amir Haddad gosta tanto de usar e que expressa tão bem a relação que tenho tido com a plateia: estamos nos desarmando constantemente, pois o dia a dia tende a nos 'armar', ao invés de nos aproximar para nos 'amarmos mutuamente'. (Clarice Niskier) 

“A Alma Imoral (...) é um daqueles mistérios abençoados pelos deuses do teatro de tempos em tempos” (Dirceu Alves, Isto É Gente e Veja SP) “O momento perfeito chegou para Clarice Niskier – beleza de atriz - em A Alma Imoral.” (Jefferson Del Rios, O Estado de São Paulo) “Boa reflexão de Clarice sobre seu judaísmo budista (...) É um trabalho cuidado, medido e interessante”. (Barbara Heliodora, O Globo) “Clarice dialoga intimamente com o público, torna tudo muito acessível e lógico e oferece um verdadeiro banquete à platéia. É teatro da melhor qualidade servido com generosidade.” (Debora Ghivelder, Veja Rio) “Delicado e sensível espetáculo teatral, no qual a qualidade do texto e a presença de Clarice Niskier são traduzidas em celebração cênica” (Macksen Luiz) “Clarice reparte com a platéia o que de melhor possui e por isso saímos tão enriquecidos desta inesquecível ceia”(Lionel Fischer).

...

...

Minhas lembranças do Rio 

>>> Facebook +Rio

>>> Atrativos do Rio (inglês  / espanhol )