Peça Loloucas (Teatro Riachuelo, até 11 de novembro, sexta a domingo)

Peça Loloucas

 

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>>>https://www.ingressorapido.com.br/event/10107/d/44422

 

 

Data: 19 de outubro até 11 de novembro

Horário: sexta e sábado às 20h / domingo às 19h 

Local: Teatro Riachuelo

Endereço: Rua do Passeio, 38 – Centro – RJ

http://www.teatroriachuelorio.com.br/loloucas/
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As reflexões que costumam acompanhar a entrada na casa dos 50 anos podem gerar mudanças, crises e às vezes grandes transformações. Com a atriz, autora e roteirista Heloísa Périssé o resultado foi a comédia Loloucas (em alusão a seu apelido, Lolô), que também exalta a amizade – com a parceira de longa data Maria Clara Gueiros, com quem divide o palco, e Otávio Muller, diretor da montagem. As atrizes dão vida a duas velhinhas para falar, com humor, sobre a inexorável passagem do tempo e os laços que as unem. Apresentada pelo Circuito Cultural Bradesco Seguros.

Quando cheguei aos 50 anos, pensei: não vou ter mais 50 pela frente. Então, quero canalizar essa energia de uma forma sábia, resume Heloísa, sobre seu momento de vida. Pensei inicialmente em fazer um monólogo, mas ao dar vida à interlocutora da minha personagem pude trazer para este projeto uma amiga muito querida, com quem trabalho há uns 30 anos, explica Heloísa sobre a parceira de cena, Maria Clara Gueiros.

No espetáculo, as velhinhas, assíduas frequentadoras de teatro, chegam atrasadas a uma peça e, ao tentarem ir embora, se dão conta que estão no palco, onde, a partir daquele ponto de vista inédito, acabam se abrindo sobre suas histórias de vida e virando protagonistas de seu próprio espetáculo.

Quem costura a trama é o experiente ator e diretor Otávio Muller, que optou por uma cena sóbria, elaborada pelo cenógrafo Dado Marietti, onde o foco é o trabalho das duas atrizes: A coisa que mais me interessa é a comunicação, baseada em um texto vivo. Em geral, vou pelo caminho do que é mais simples, como fazia o Asdrúbal (Trouxe o Trombone), por exemplo, e como fiz n’A vida sexual da mulher feia e em Josephine Baker, duas experiências especiais que vivi como diretor, explica Otávio.

A opção pela montagem despojada é percebida também na caracterização das personagens, sintetizada nos figurinos de Teca Fichinski, que dispensam acessórios como perucas e dentaduras. O mais importante é o trabalho de corpo, voz e interpretação, em detrimento de suportes muito literais, destaca o diretor, que conta ainda com a iluminação de Paulo Cesar Medeiros.

Autora do texto e também das letras musicadas por Max Viana, diretor musical e compositor da trilha sonora da peça, Heloísa analisa: A grande conclusão é que a vida começa a acontecer na sua plenitude quando se perde o medo de perder. A partir de uma certa idade, podemos nos sentir mais livres de julgamentos. É um momento maravilhoso, onde, sem medo, se perde o telhado para ganhar as estrelas. E as duas personagens ensinam a envelhecer com muita alegria.

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