Ilha de Paquetá (na Baía de Guanabara)

Ilha de Paquetá

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ÁREA TURÍSTICA ZONA CENTRAL

ESPAÇO TURÍSTICO ILHA DE PAQUETÁ

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Vídeo >>> https://youtu.be/qJfyvagSwV8

Fotos +rio cidade >>> http://maisrio.com.br/%E2%80%A2-fotos-rio-cidade-ilha-de-paquet%C3%A1

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Tradicional e pacato recanto turístico no interior da baía de Guanabara, a ilha de Paquetá dista 15 km do centro da cidade (Praça XV de Novembro). Com formato de um oito tem 1,2 km² de área, 2.300 m (maior extensão) e 100 m (menor extensão) e perímetro de 8 km onde distribuem-se 12 praias. Originalmente recoberta pela Mata Atlântica, com a colonização foram introduzidas espécies exógenas, particularmente árvores frutíferas, palmeiras e flamboyants - destacando-se um exemplar de baobá carinhosamente apelidado de "Maria Gorda"-, que oferecem suporte a uma variedade de espécies de aves silvestres, marinhas e migratórias. 

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  • Como chegar (google maps)

  • Localização: No interior da Baía de Guanabara

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Saiba mais:

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Suas praias
  • Praia dos Tamoios  - Praia do Catimbau - Praia do Lameirão - Praia da Covanca - Praia Pintor Castagneto (Praia dos Coqueiros)

  • Praia de São Roque - Praia da Moreninha (Praia Dr. Aristão) - Praia Manoel Luis (Praia dos Frades) - Praia da Imbuca, Iracema e Moema

  • Praia da Mesbla - Praia Grossa - Praia José Bonifácio (Praia da Guarda)

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População 

Contando com 4.500 moradores fixos (2016) - em sua maioria trabalhando e estudando na cidade do RJ -, a população é extremamente sazonal. Parte dos empregos na ilha são no setor público, em órgãos como a Comlurb, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro, a Fundação Parques e Jardins, escolas e outros. O restante encontra-se em atividades voltadas ao turismo, como hotéis, bares, restaurantes e outros. À população fixa, somam-se os veranistas que têm casa na ilha e que vêm com a família nos finais de semana ou férias. Avalia-se que tenham 50% dos 2.200 domicílios existentes nas quarenta ruas, doze praças e dois parques públicos.

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A ilha atual 

  • Alcance: por via marítima (barcas e catamarães)

  • Proibição: circulação de carros particulares

  • Meios de transporte: carrinhos elétricos, bicicletas, trenzinho turístico, barcos e canoas.

  • Ruas: não asfaltadas, com cobertura de saibro preservando seu aspecto bucólico

  • Segurança & Tranquilidade: total

  • Transporte de mercadorias: via barcas de passageiros ou via barcaça para veículos que parte da Ilha do Governador (com carros de entrega para distribuição e retorno no mesmo dia).

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O QUE FAZER & VER & VISITAR

(Recomendações +Rio)

  • Passeios

    • Carrinhos

    • Bicicleta

 

  • História & Cultura

    • Casa de José Bonifácio de Andrada e Silva

    • Casa de Cultura

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UM POUCO DE HISTÓRIA 

Os séculos XVI e XVII

Atribui-se sua descoberta a 1555, quando da fundação da chamada França Antártica. Habitada pelos índios tupinambás, estes se aliaram aos franceses contra os colonizadores portugueses. Na ilha, houve uma importante batalha entre, de um lado, tupinambás e franceses, e de outro, portugueses e índios temiminós (habitantes da atual ilha do Governador e inimigos tradicionais dos tupinambás). No contexto da campanha para a expulsão definitiva dos franceses pelas forças portuguesas comandadas por Estácio de Sá e da fundação da cidade do Rio de Janeiro em 1565, a ilha de Paquetá foi doada a dois capitães portugueses, sob a forma de duas sesmarias: o atual bairro do Campo (parte norte) e o atual bairro da Ponte (parte sul). Essa subdivisão da ilha, que perdura até os dias atuais, é importante na cultura local e foco de rivalidade nos times de futebol, nos blocos de carnaval, nos amores, etc.  

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O século XVIII

A parte sul da ilha teve uma colonização mais acelerada em comparação com a parte norte, onde, em sua maior parte, se constituiu a Fazenda São Roque, dedicada à agricultura e à pecuária. Foi nas terras da São Roque que se ergueu, em 1697, a primeira capela da ilha, a Capela de São Roque, padroeiro de Paquetá. Com a colonização e o crescimento da cidade, Paquetá passou a exercer um papel importante como produtora de hortaliças, frutas e legumes e pedras e cal para construções. Posteriormente, em 1763, foi iniciada a primitiva Capela do Senhor Bom Jesus do Monte da Ilha de Paquetá com a condição de que se constituísse em uma Paróquia local. Em 1769, Paquetá foi desvinculada da Freguesia de Magé, o que deu lugar, além dos protestos eclesiásticos de Magé pelas suas perdas, a rivalidades na própria ilha para a escolha da Igreja Matriz, se a Capela de São Roque ou a do Bom Jesus. Em 1771, no entanto, esse ato foi anulado e Paquetá voltou a ser integrada a Magé. 

 

O século XIX

A chegada de D. João VI a Paquetá, em 1808, no mesmo ano em que a Família Real veio para o Brasil, elevou a ilha a um relevante status cultural junto à Corte e à população da cidade. Paquetá assumiu o papel de centro político. Vários nobres e personalidades importantes passaram a frequentar ou mesmo morar em Paquetá, com destaque à presença de José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, que em 1829 afastou-se da Corte por motivos políticos e se exilou em Paquetá. A ocupação da ilha adensou-se a partir das frequentes visitas de dom João VI, do estabelecimento de uma linha regular de barcas, a partir de 1838, e, principalmente, através da divulgação obtida através do romance A moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo, publicado em 1844, que se tornou um best-seller na corte, à época. Isso permitiu o aumento de visitantes, atraídos ainda pela devoção a São Roque, assumindo a ilha a feição de polo turístico que, gradualmente, se impôs, passando a ser a principal atividade da ilha, função que conserva até aos nossos dias. No final deste século, a ilha passou por uma situação difícil: A Revolta da Armada de 1893, movimento insurrecional deflagrado pela Marinha de Guerra contra o governo do Marechal Floriano Peixoto. Paquetá foi a base de operações dos revoltosos, ficando isolada do Rio de Janeiro por seis meses. Muitas famílias tiveram que se afastar da ilha, as baixas foram intensas e ao final da revolta muitos paquetaenses foram severamente punidos, sob o argumento de que teriam colaborado com os revoltosos. 

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