Museu de Arte do Rio (MAR)

MUSEU DE ARTE DO RIO (MAR)

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ÁREA TURÍSTICA ZONA CENTRAL

ESPAÇO TURÍSTICO CANDELÁRIA & PRAÇA MAUÁ & SAÚDE & GAMBOA

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  • Como chegar (google maps)

  • End: Praça Mauá, 5 - Centro - Tel. (21) 3031 2741

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          MUSEU DE ARTE DO RIO / MAR
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Localizado na praça Mauá, centro da cidade, o museu ocupa duas edificações  interligadas por uma passarela suspensa: o Palacete Dom João VI, em estilo eclético, dedicado ao "Pavilhão de Exposições" e o seu vizinho, em estilo modernista e antes um terminal rodoviário, que abriga a "Escola do Olhar", um ambiente que tem como missão inscrever a arte no ensino público e, portanto, voltado para produção e provocação de experiências, coletivas e pessoais - com foco principal na formação de educadores da rede pública - que desenvolve um programa acadêmico, construído em colaboração com universidades, para discutir arte, cultura da imagem, educação e práticas curatoriais.

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  • Horário: Terça a domingo (10h às 17h)
  • Ingresso... (fev17) 
    • Normal / R$ 20,00 
    • Meia entrada / (R$ 10,00): pessoas com até 21 anos; Estudantes de escolas particulares (Ensino Fundamental e Médio); Estudantes universitários; Pessoas com deficiência; Cariocas; Moradores da cidade do Rio de Janeiro  
    • Compra na bilheteria: R$ /Cartão (Visa ou Mastercard)
    • Compra online >>> Ingresso - http://museudeartedorio.org.br/pt-br/visite/compre-online
    • Bilhete Único dos Museus (MAR + Museu do Amanhã): R$ 32 (inteira) e R$ 16 (meia-entrada) ... Troca na bilheteria
  • Gratuidade: 
    • Terças-feiras (para todos). 
    • Demais dias (mediante documentação comprovativa): alunos da rede pública de Ensino Fundamental e Médio, crianças com até 5 anos de idade, pessoas com idade a partir de 60 anos, professores da rede pública de ensino, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, vizinhos do MAR e guias de turismo 

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Consulta

>>> Exposições atuais  

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Atividades

O MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais – sob a forma de exposições, catálogos, programas em multimeios e educacionais - com coleção própria mas contando também com empréstimos de obras de algumas das melhores coleções públicas e privadas do Brasil para a execução de seu programa.

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Acervo 

O atual acervo do MAR conta com obras de vários artistas, mas também possui objetos que representam a cultura visual da cidade. E a organização desse acervo foi criada especialmente para dar conta de material tão vasto culturalmente. Ele é dividido em núcleos significativos, uma maneira de reunir diferentes obras e documentos que se relacionem de alguma forma. Como exemplo, há o núcleo da escravidão, com documentos da época da escravidão, instrumentos, gravuras históricas, até obras de artistas contemporâneos que abordam o tema. Ou o núcleo Urbanismo, que reúne de obras de arte a placas da cidade.

O acervo tem como lema colecionar para exibir e exibir para colecionar. A exposição “Pororoca” (2014), por exemplo, surgiu a partir da enorme coleção de obras relacionadas à Amazônia. Com cerca de 500 objetos provenientes de mais de 50 doadores, o conjunto é o mais completo acervo do gênero fora da região, cobrindo uma diversidade cultural que atravessa a tradição dos povos indígenas, o ribeirinho e a modernidade. Foi constatado então em 2014 que a riqueza de tal núcleo significativo merecia uma mostra.

E esse núcleo acaba de ser ampliado. O artista Alexandre Sequeira – com individual em cartaz no museu até julho de 2017 – doou todas as suas obras expostas para o acervo do MAR. Foi a primeira vez que o material de uma exposição foi integralmente doado para o acervo do museu. Uma relação de confiança entre o artista e a instituição.

Ter suas obras como parte do acervo é uma garantia de conservação e preservação. Pensando nisso, o MAR estabeleceu relações importantes que fazem parte dos projetos responsáveis pelo importante papel das doações. Assim também o MAR se torna referência de determinados artistas, como Alexandre Sequeira, Maurício Dias e Walter Riedwig.

Não só os artistas confiam no museu para preservação de seus trabalhos. As famílias de nomes importantes também enxergam nessa relação uma forma de preservar a memória de seus familiares por meio da conservação de suas obras no local. O MAR é atualmente referência também para obras de Kurt Klagsbrunn, que teve uma exposição com diversas peças em 2015 no museu. Qualquer outra obra do fotógrafo humanista que venha a ser usada em uma exposição no MAR será automaticamente doada para seu acervo.

E a relação com a sociedade na construção do acervo também trouxe peças como os arquivos de um fotógrafo do cotidiano do Morro da Providência, já falecido, encontrados por uma participante do programa Vizinhos do MAR. Como guardiã dessa memória encontrada, ela logo confiou ao museu o material tendo a certeza de sua preservação e pesquisa. Atualmente parte está exposta na mostra de Alexandre Sequeira, em uma instalação que faz um diálogo entre o trabalho do fotógrafo do Morro da Providência e o artista que dá nome à mostra.

Tudo isso significa um esforço de gestão para conclusão do objetivo de constituir um acervo da e para a sociedade, uma relação que está no DNA do espaço. Foram criados complexos sistemas de doações, projeto bem-sucedido e responsável pelo atual material do museu que conseguiu formar uma vasta coleção. É a conclusão de um desejo de porosidade com a sociedade, ter entre os objetos do acervo o que a sociedade quer que o MAR colecione.

A nova reserva técnica foi pensada também para ampliar ainda mais o projeto educacional do MAR. Ela terá, assim como as demais áreas da instituição, um importante papel de formação, tanto museológica como mostrando a importância de conservar a memória da sociedade por meio de obras de arte e da cultura visual. 

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Saiba mais:

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