Museu do Amanhã

Museu do Amanhã

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ÁREA TURÍSTICA ZONA CENTRAL

ESPAÇO TURÍSTICO CANDELÁRIA & PRAÇA MAUÁ & SAÚDE & GAMBOA

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Vídeo >>> https://www.youtube.com/watch?v=Abr-yohlphI&feature=youtu.be

Fotos >>> https://goo.gl/6ldxjk

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Projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o Museu do Amanhá é um espaço cultural com acervo imaterial e tecnológico às margens da Baía de Guanabara, na Praça Mauá, área do Porto da cidade do RJ. O Museu do Amanhã - centrado na ideia que o amanhã não está definido, não tem data nem calendário - provoca a interação com cinco questionamentos, em um roteiro de experiências, algumas sensoriais: De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?

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  • Como chegar (google maps)

  • End: Praça Mauá, 1 - Porto Maravilha - Centro - Tel. (21) 3812-1800

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Alguns destaques:

  • O ambiente Cosmos: dentro de um Ovo Negro - o Portal Cósmico - um filme em 360º com galáxias e o surgimento da vida, da arte e da cultura

  • Os cubos simbolizando as dimensões do existir: Matéria, Vida e Pensamento. 

  • O "Pensar o Amanhã", com caminhos com formas de origami

  • O "Nós" e "Como Queremos Ir" , uma oca com movimentos de luz remetendo ao nascer e pôr do sol.

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A concepção do Museu do Amanhã

Na concepção arquitetônica desta monumental obra, Santiago Calatrava procurou integrá-la ao entorno da região portuária e otimizar a área útil do terreno (o que originou um edifício de geometria icônica) e considerou aspectos culturais e históricos do Rio de Janeiro, bem como se inspirou em elementos da fauna e da flora brasileiras, atendendo à proposta da instituição de história natural e tecnologia de compartilhar conhecimento, com ênfase na divulgação científica e na educação, por meio de experiências multimídia e multissensoriais, com linguagem acessível aos diversos públicos. 
 

O edifício

Com 15 mil m² de área construída, o edifício do museu tem dois andares destinados ao público - com 6 mil m² de área expositiva, auditório com 392 lugares, loja, restaurante, café, espaços educativos e bilheteria -, um mezanino e uma galeria com áreas técnicas e subsolo de serviço. Capaz de dar forma aos seus elementos curvos e/ou inclinados, além de funcionar como suporte para a estrutura metálica da cobertura, que se assemelha a um casco de navio invertido, o edifício usou essencialmente o concreto como matéria‑prima. A geometria da cobertura metálica é definida por uma grade estrutural triangular simétrica, tramada entre duas linhas geométricas retas externas que correm ao longo de 340 m de comprimento de uma extremidade a outra, sendo 205 m comprimento do corpo do edifício, com 17 m de pé-direito. Esta cobertura metálica é apoiada sobre a estrutura monolítica de concreto do edifício e formada por uma trama principal de perfis tubulares de aço do tipo caixa enrijecidos compondo uma grande treliça espacial autoestável, coberta por chapas de aço patinável com alta resistência mecânica. Sobre a estrutura principal existe a estrutura metálica dos conjuntos móveis, onde estão instaladas as placas fotovoltaicas. No total são 48 conjuntos, no formato de asas metálicas - localizados na parte superior e nas laterais do prédio, que descem até o piso e formam parte das fachadas leste e oeste - compostos por grandes aletas conectadas em uma das extremidades, que giram conforme conforme a incidência solar, permitindo maior penetração da luz natural no interior do edifício e abastecer as células fotovoltaicas posicionadas na face superior dos perfis que formam essas aletas.

 

Seu entorno

Cerca de 30 mil m² encontram-se distribuídos entre jardins, espelhos d’água, ciclovia, área de lazer e a edificação. Ao redor desta, um grande espelho d’água e área de caminhada se conectam ao novo passeio público arborizado de 3,5 km de extensão e 215 mil m² de área que vai do armazém 8 à praça 15, ao longo do qual ressurgiram edifícios históricos antes encobertos pela sombra da Perimetral.

 

Sobre Calatrava e algumas de suas obras

Santiago Calatrava (1951, Valência/Espanha) é um arquiteto cujas obras apresentam formas ousadas e inesperadas - ícones da Espanha contemporânea e ao redor do planeta. Em todos seus projetos, Calatrava enfrentou desafios complexos, com soluções técnicas notavelmente simples e elegantes, inspiradas frequentemente pela natureza (antropomórficos, harmonias e equilíbrios dos esqueletos ou das formas naturais, articulações-rótulas, tendões-cabos), cujas formas orgânicas são transformadas pelas arrojadas soluções técnicas usando materiais tais como o aço e o vidro – criando uma síntese da luz, do espaço, do material, da forma e da estrutura.
 

Saiba mais

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