Show

  • TERESA CANTA NOEL (Theatro NetRio, 04 e 05 de agosto)

    “Noel é o elo entre o samba do morro e o samba do asfalto. A cara do Rio de Janeiro” comenta Teresa sobre o poeta. “O Batuque é um privilégio sim, e fez com que a música brasileira tenha o viés de hoje. Esse verso traduz muito sobre a importância de suas letras para o samba.

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  • LEILA PINHEIRO (Theatro NetRio, 08 de agosto às 21h)

    Ao piano, Leila canta e toca o que vem gravando nestes quase 40 anos de carreira e também o que, neste momento, tem ouvido e prestado atenção. E  chama Zélia, Guinga, Pretinho e João pra cantar e tocar juntos, passeando pelas canções e repertórios dela e de cada um dos seus convidados, em duos , trios, quartetos formados ali, pela primeira vez. 

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  • CASUARINA – LANÇAMENTO DO CD+100

    Nesse mosaico, há espaço para a dolência de "Tempo Bom na Maré" (Ivor Lancellotti e Roque Ferreira) - ao bom estilo dos sambas de Wilson das Neves -, "Um Samba de Saudade" (Chico Alves e Toninho Geraes) e "Marejando" (Claudemir, Mario, Rafael, Marcio e Samuel) - com aberturas de vozes e, mais, com a cadência que lembra sambas de amor tornados clássicos na voz de Zeca Pagodinho. 

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  • MALLU MAGALHÃES (THeatro NetRio, 15 de agosto às 21h)

    Uma mistura das canções do seu mais recente disco “Vem”, apresentada pela primeira vez, em versão voz e violão, junto com músicas de sua antiga turnê “Saudade”, composta pelos maiores sucessos da artista, de álbum anteriores. Mallu traz ,ainda, experiências sonoras que está trabalhando em estúdio, com pedais de distorção e composições que misturam português e inglês.

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  • WILLOU E WATSON ALVES (Theatro Net Rio, 20 de julho às 20hrs)

    Willou e Watson, num espetáculo destes gêmeos que conta com diversos estilos de humor: stand-up comedy, paródias, piadas, batalha de rap, música, figurinos, sem deixar de mencionar a cena que provoca riso fácil dos irmãs siamesas”. Indicado para todos os tipos de público, o show aborda situações do cotidiano como relacionamentos e relação de mãe e filho, além das paródias mais engraçadas imitando personagens e celebridades.

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  • SOMBRINHA E THAIS MACEDO (Theatro NetRio, 21 de agosto às 21h)

    Acompanhado de seu cavaquinho e violão, Sombrinha dá passagem para Thais se apropriar com sua voz ímpar de suas belíssimas composições, e a cantora transita com maestria por um repertório, abençoado pelos mestres do samba. Além de os grandes clássicos, no repertório três lindas surpresas estarão presentes nesta noite única, no Teatro Net Rio, o público irá conhecer  em primeira mão as inéditas de Sombrinha, as canções, Chama, Bahia de Amados e Infinito é o Tempo.

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  • DANIEL BOAVENTURA - DVD AO VIVO NO MÉXICO (Theatro Net Rio, 21 e 22 de Julho às 21hrs)

    Daniel Boaventura, um show de seu novo DVD com brilhantes interpretações de clássicos em inglês e espanhol; entre os destaques: “I´ve Got You Under My Skin”, “Would I Lie To You?”, “Should I Stay or Should I Go?”, “Sway”, “Corazón Partio”, “La Barca” e “Besame Mucho”.

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  • TIM BERNARDES (Theatro NetRio, 22 de agosto às 21h)

    Recomeçar teve lançamento em streaming e CD em setembro de 2017. Desde então, esteve nas principais listas de melhores do ano, consolidando Tim como um dos grandes compositores de sua geração. Fora do Brasil o trabalho também recebeu reconhecimento, com críticas elogiosas nos veículos franceses Liberation e Le Monde. “Recomeçar é o esplêndido disco de estreia do brasileiro Tim Bernardes”, definiu o Le Monde.

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  • RICKY VALLEN (Theatro Net Rio, 23 de julho às 21hrs)

    O espetáculo foi elaborado exclusivamente para esta apresentação e traz canções de grandes compositores da nossa música, como: "Atrás da Porta" (Chico Buarque/Francis Hime), "Um dia, um adeus" (Guilherme Arantes), "Sangrando" (Gonzaguinha) e "Você não me ensinou a te esquecer" (Fernando Mendes / Caetano Veloso).

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  • DIOGO NOGUEIRA (Theatro NetRio, 25 e 26 de agosto)

    Assim se passaram dez anos... E Diogo Nogueira deixou de ser uma promessa para se tornar um de nossos maiores sambistas. Honrou seu DNA, herdado de uma das figuras mais queridas e emblemáticas do samba, João Nogueira, e prosseguiu numa militância diferente. Se o pai era intelectual e ativista, criando até o Clube do Samba num momento de invasão de músicas gringas nas rádios (os anos 70), Diogo tem feito agora a sua parte. Levou adiante o bastão do gênero sempre buscando se integrar aos novos, sem abandonar a velha guarda ou ceder aos modismos puramente comerciais.

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